8 histórias de amor que dariam filmes incríveis

Quem é que não gosta de uma linda história de amor? Confira 8 lindas histórias de amor real que dariam filmes:

1. Destinos cruzados.

“Meu pai conheceu a minha mãe no dia em que ela nasceu. A avó dele era a parteira e ajudou a trazer a minha mãe ao mundo. Meu pai estava na casa da avó na hora que ela foi chamada pra fazer o parto. Como ela não podia deixar ele sozinho, ela selou um cavalo, colocou ele na garupa e foi até a casa onde minha mãe nasceu.

Meu pai até hoje conta que lembra de ouvir o choro quando ela nasceu. Na adolescência eles começaram a namorar, ficaram casados por 10 anos até que perdemos a minha mãe pra um aneurisma. Hoje, 18 anos depois, quando alguém pergunta pro meu pai se ele não vai arrumar uma namorada, ele responde que não e que o amor da vida dele foi só um e não tem outra que caiba no lugar da minha mãe”.

– Gabriela Echelon

2. Amor em SP.

“Meu avô nasceu na Paraíba e com 12 anos veio pra São Paulo jurado pra casar com uma moça – o irmão dele estava jurado pra casar com a irmã dela. Só que, chegando em São Paulo, ele conheceu uma prima distante e ficou perdidamente apaixonado. A prima também já estava de casamento arranjado e meu avô foi pra cima e mandou o cara sumir do mapa.

Meu avô se casou com ela e tiveram quatro filhos. Eles ficaram 32 anos juntos, um paraibano e uma paranaense linda. Em 2010, minha vó faleceu e meu avô perdeu um pouco da alegria de viver. Ele faleceu em 2014 e tenho certeza que está com ela no céu”.

– Ingrid Reis

3. Do drama ao romance.

“Fiz teatro no ensino médio. No meu último ano, produzimos um romance fofo que conta a história de amor entre um gato e uma andorinha. Eu era a protagonista e acabei me envolvendo com o menino que era meu par. Todos do grupo apoiavam, achavam fofo e tudo. Porém, no fundo, eu não estava feliz. Não tínhamos química e a falta de amizade entre nós fazia mal.

Esse menino tinha um amigo, que também fazia parte do grupo e interpretava o pai da minha personagem. Um dia resolvi chamá-lo no Facebook despretensiosamente e nosso santo bateu. Desde então, nunca passei um único dia sem falar com ele. Mas, assim como na peça, havia um conflito. Mesmo sendo só uma amizade, meus colegas de grupo ficaram contra e diziam que ele estava ‘roubando a namoradinha do amigo’ – já que me afastei do outro menino.

Falavam, inclusive, que eu era injusta e egoísta. Éramos só adolescentes, mas foi bem doloroso. Um ano se passou. Assim como na peça, o gato e a andorinha não ficaram juntos. No último dia de apresentação do espetáculo, beijei meu escolhido atrás da coxia e começamos a namorar. Estamos juntos há anos e o teatro é nosso lazer favorito”.

– Anônima

4. Cursinho cupido.

“Meu namorado e eu temos quase 8 anos de diferença. Nos conhecemos no cursinho pré-vestibular. Ele já estava formado há 5 anos quando decidiu mudar a carreira e prestar vestibular de novo. Eu estava lá tentando decidir o que fazer da minha vida. Nos encontramos, nos apaixonamos e cá estamos 2 anos depois. O curioso é que ele desistiu de prestar vestibular e eu escolhi um curso que a minha nota antes do cursinho já teria dado para passar. Talvez nós dois tivéssemos que estar lá naquele momento”.

– Giovanna Oliveira

5. Pelos olhos do amor.

“Meu avô começou a namorar minha vó numa festa, depois de um mutirão que eles faziam nas fazendas. Ele nem sabe como, mas, quando voltou para cidade, a madrinha dele já estava sabendo do namoro e falou: ‘veja bem se você quer mesmo ficar com a Maria, ela tem um problema na vista’. Meu avô ficou meio puto e disse que estava gostando dela e ela também gostava dele.

Muitos anos se passaram, meu avô teve um acidente de trabalho na lida com gado. O laço atingiu um olho dele. Anos depois, ele começou a perder a visão de um olho e, mais tarde, do outro também. Foi ficando cego, porque atingiu o nervo ótico. Minha vó ajudava ele em tudo, desde guiá-lo a servir a comida e falar no ouvido o que tava acontecendo. Ele contava essa história e dizia: ‘queria que minha madrinha estivesse aqui e visse como são as coisas hoje. A Maria é os meus olhos. Na vida, a gente passa pelo que tiver de passar'”.

– Letícia Bambrilla de Ávila.

6. Vencendo preconceitos

“Meus pais se conheceram na quinta série e começaram a namorar. Meus avós não permitiam o namoro, tanto pela idade dos dois, quanto pelo racismo – minha mãe é negra e a família do meu pai tinha ódio disso. Com 15 anos, minha mãe engravidou e minha vó materna disse que ela não precisava casar se fosse pra ser forçada e infeliz. Mas ela resolveu casar e morar com meu pai. Então eu vim ao mundo e, por ironia do destino, acabei virando a filha que meus avós nunca tiveram. Aquele racismo e ódio se transformaram num grande amor. Eles cuidaram de mim como filha e meus pais estão juntos até hoje.”

– Ingrid Reis.

7. Namoro proibido.

“Minha avó era moça rica e meu avô pedreiro. Ela morava com a madrinha dela porque não tinha mais os pais. Eles se conheceram quando ele trabalhava perto da casa dela, começaram a namorar, mas a madrinha não queria. Aí minha avó ficou doente e meu avô era a única pessoa que visitava ela. Então a madrinha deu o braço a torcer: fez uma promessa de que daria o vestido de noiva para eles se casarem caso ela se curasse.

Foi o que aconteceu e eles se casaram! Mas a madrinha da minha avó sumiu no mundo, não deu vestido nenhum e ainda roubou o dinheiro da minha avó. Mas ela nem se importava porque agora tinha um amor e uma família. Eles tiveram 7 filhos juntos, foram apaixonados a vida toda (depois de velhos, ela ainda tinha ciúmes dele!) e ficaram mais de 60 anos casados. É a história de amor mais linda que eu conheço!”

– Alinnie Santos

8. Reencontro pela Internet.

“Minha antiga chefe sonhou com um ex-namorado e resolveu buscá-lo na internet. Ela tinha mais ou menos 40 anos na época, era divorciada e tinha um filho. Esse rapaz foi um dos primeiros namorados dela na adolescência. Eles terminaram porque ele foi fazer intercâmbio fora do Brasil. Neste dia, ela chegou do trabalho e jogou o nome dele no Google. Acabou achando um e-mail e mandou uma mensagem sem acreditar que ele fosse responder. Ele respondeu no mesmo dia dizendo que morava fora e estava chegando no Brasil naquele mesmo dia. Eles se reencontraram, namoraram à distância por um tempo e hoje são casados”.

– Mariana Tozzi

Créditos: Buzzfeed

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