Casal brasileiro larga tudo e vai viajar o mundo de carro por 3 anos

O casal viajou por 43 meses viajando o mundo a bordo de um carro, passaram por 79 países de cincos continentes. Leonardo e Rachel Spencer, do site Viajo logo existe dirigiam mais de 120 mil quilômetros, eles lançaram três livros e chegaram ao Brasil em Setembro

Eles viajaram em uma Land Over equipado com uma barraca no teto, começou em São Paulo. O casal foi até a argentina e de lá viajou pela América com destino aos Estados Unidos. Para ir até a Europa, enviaram o carro em um navio depois de rodar por todo o continente passaram meses na África antes de ir para a Ásia e, finalmente, a Oceania

Quando voltaram para casa, Em são Paulo depois de 1324 dias, eles conversaram com o pessoal da Hypness, falando de experiências, aprendizados e desafios

Planejamento:
Quem nunca pensou em largar o emprego para trás e pensou em viajar o mundo com seus 2 reais? acredito que esse seja o sonho de muitas pessoas, mas para o casal Leo e Rachel tudo foi muito bastante planejado, eles falaram “Nada de jogar tudo para o alto” Os 2 passaram meses juntando dinheiro e desenhando a rota que iam fazer antes de parir de São Paulo em 2013

Planejamento:

Planejamento:
Quem nunca pensou em largar o emprego para trás e pensou em viajar o mundo com seus 2 reais? acredito que esse seja o sonho de muitas pessoas, mas para o casal Leo e Rachel tudo foi muito bastante planejado, eles falaram “Nada de jogar tudo para o alto” Os 2 passaram meses juntando dinheiro e desenhando a rota que iam fazer antes de parir de São Paulo em 2013 Eles ficaram três meses na Africa do Sul, dois na Tanzânia e no Quênia. “A gente sempre pensava que seria o lugar mais difícil de voltar, então valia a pena ficar mais um pouco’ disse a Rachel


De forma geral os dois conseguiram seguir o roteiro, fechando a viagem em 43 meses, bem perto dos 42 que foi planejado. Eles se permitiam ficar mais ou menos tempo que o esperado em alguns lugares, dependendo do quanto estivessem gostando, mas sempre respeitando as estaços, como por exemplo evitarem a época de furacões no Caribe e as monções na Índia e pegar a época das migrações de animais na África, por exemplo

Comunicação

Para se comunicar, os dois apostaram no espanhol na América Latina e no inglês no resto do mundo, sem deixar de tentar aprender um pouco dos idiomar locais, Leo lembra de quando contou as palavras que sabia em suaíli, língua falada na Tanzânia e no Quênia

Segurança

Para garantir ao máximo a segurança durante a volta ao mundo, os dois se mantiveram fieis à ideia de só dirigir durante o dia. o Casal sempre tentava entrar em contato com quem tinha estado nos países que eles visitariam em seguida para obter mais informações.

Mas, sempre sujeitos a contratempos (como todo mundo né) eles foram surpreendidos por um furto em valparaíso la no Chile, justamente o país que eles consideravam (e ainda consideram) o mais seguro da América Latina

Eles falaram que o momento mais tenso durante a viagem, tenha sido o México, quando temendo o risco de serem vítimas de um golpe, eles não pararam numa espécie de blitz montada por uma polícia comunitária. O carro ficou sob a mira de uma arma e o choque fez com que o casal ficasse sem se falar por algumas horas

Na República Democrática do congo, único país pelo qual eles passaram que esteve em guerra recentemente, o casal esteve sempre acompanhado por guardas armados por fuzis. Apesar da estranheza rodeado por armas o tempo todo, eles não tiveram nenhuma experiência violenta lá

Acomodação

Ao longo dos 43 meses de viagem, Rachel e Leonardo tiveram vários tipos de acomodação para dormir: eles levaram uma barraca no carro, para gastar o mínimo possível com hospedagem dormindo em campings ou hostels

Com o passar do tempo, como o casal foi divulgando o projeto e foi atigindo muitas pessoas, foram surgiram vários convites para passar alguns dias na casa de fãs do projeto, a maioria brasileiros, claro.

Eles também se permitiram ficar em pousada ou hotéis quando o cansaço da estrada apertava, especialmente na Ásia, onde a diária de um lugar legal pode ser até mais barata que um hostel na Europa

Segundo eles algumas acomodações de tornaram grandes experiências, eles destacaram uma noite que eles passaram em cima da Grnade Muralha da China e para a tenda onde eles dormiram na Zâmbia, quando Rachel foi acordada por Leo, que disse: “só abre o olho, não se mexe”. O que ela viu? Um elefante logo na porta, só com uma tela entre ela e o animal.

Alimentação


Rachel é fã de culinária – tanto que criou um canal chamado Viagem comida, como um complemento do youtube/instagram principal. com a volta ao mundo eles tiveram a oportunidade de experimentar muitas coisas novas e uma culinária do dia-a-dia local, na maioria das vezes – para economizar – eles mesmo cozinhavam na própria cozinha.

Eles chegaram a experimentar grilo frito no México – chamado Chapolin – Mas evitavam o que chamam de “alimentação de turista” como os escorpiões na Tailândia, onde um morador chegou a dizer que só tinha comido o animal uma vez na vida.
Os 2 viram muitos alimentar diferentes ao redor do mundo, de sopa de cobrar a sapos e lagartos, mas preferiram não experimentar

Curiosidades

A pergunta “quais os melhores lugares que vocês conheceram?” que os dois sempre escutam, não tem uma resposta objetiva “Melhor para o que?” brinca o Leo, pode ser para morar, para surfar, para escalar, ver paisagens…” OS dois acham muito difícil comparar os tipos diferentes de experiências, e preferem não fazer coisas como ranking ou local favorito.

Créditos: Hypness